Antes de contar como virei humorista preciso contar do caminho, de tudo que me levou até a esse ponto.
Eu era um maníaco sexual, todas as minhas atitudes procuravam sexo, tudo era flerte e tudo levava-me a conquistar uma mulher.
Ou a tentar.
E enquanto eu conseguia saciar meu vício eu não notei o problema, o viagra sempre foi meu amigo e o único problema que tive foi quando eu não consegui mais arrumar mulher.
Fui numa terapeuta, fiz questão de que ela fosse mulher e bonita. O duro é que ela era competente também, me indicou um hobby e eu pedi uma sugestão:
- Cultive flores!
- Se eu virar um jardineiro, você sai comigo?
- Se você virar mulher eu talvez saia.
E ficou me olhando com aquela cara de pouco profissional...
...acho que ela também precisa de terapia.
Enfim, minha nova terapeuta era competente também. Hétero e feia, fiz questão.
- Chamou sua última terapeuta pra sair, não é?
- Ela te disse?
- Entre outras coisas... Pelo menos ela tem bom gosto.
Não consegui disfarçar uma risadinha.
- Tenho um tratamento para seu caso, um confronto radical com sua obsessão.
- Confronto radical?
- Transar além de suas forças, até enjoar...
- Mas isso pode durar dias, que mulher concordaria?
E ela fez a mesma carinha de pouco profissional da primeira terapeuta.
E contando essa história para amigos muitos riam, acabei me divertindo também e ainda arrumo umas gatas com o status de comediante.
Sabe como é, as mulheres gostam de quem as faz rir.
Hehehe... Isso foi mesmo verdade?
ResponderExcluirO fato êh que as maiores conquistas afetivas vem dos momentos mais inusitados da vida. Moto bom o seu post Rafael!
Ficção, amigo... Ficção =P
ResponderExcluir